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A História do Burzum: Parte XI – Aves Voam Juntas

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A História do Burzum: Parte XI – Aves Voam Juntas

Mensagem  Psychopath Paranoia em Qui Jun 17, 2010 2:40 pm

Esta é uma tradução da biografia do Burzum, em nove partes, publicada originalmente no site www.burzum.org (oficial de Burzum) e redigida pelo próprio Varg Vikernes.
O texto foi traduzido na sua totalidade, e não expressa a opinião do tradutor (César Guerreiro), nem do Fórum TIMM, nem de nenhum outro senão a do próprio autor, Varg Vikernes.

Varg Vikernes escreveu um novo artigo para o Burzum.org, intitulado "A Burzum Story: Part XI - Birds Of A Feather Flock Together" (Tradução livre: Uma história do Burzum: Parte XI - Aves de um grupo de penas juntas), no qual responde diversas acusações sobre as suas observações feitas no artigo anterior:

(NOTA DO EDITOR: AS PALAVRAS ABAIXO SÃO DE VARG VIKERNES)

Varg Vikernes (vulgo Count Grishnackh), a mente responsável pelo Burzum, e que saiu da prisão este ano, escreveu o seguinte comunicado.
"Como vocês já devem saber, senhoras e senhores, e outros indivíduos também, eu não sou amigo da tal cultura black metal moderna. Ela é uma paródia simplória e sem sentido do período do black metal norueguês dos anos 1991 e 1992, e se dependesse de mim, ela encontraria o seu desonroso fim o mais rápido possível. No entanto, ao invés de abandonar a minha própria música, apenas porque outros sujaram o seu nome ao alegarem terem algo em comum comigo, eu continuarei com ela. Os 'black metallers' provavelmente continuarão drogando-se, 'chapando', e de todas outras formas agindo como o estereótipo Negro; eles provavelmente continuarão a usar tatuagens tribais, vestir, andar, falar, olhar e agir como homossexuais, e assim por diante. Alguns dos 'black metallers', os seus fãs e cúmplices vão provavelmente continuar a fingir - e de facto acreditar - que eles têm algo em comum com o Burzum, mas deixe-me garantir a para todos vocês; eles não têm! Eu toco o que pode ser descrito como uma espécie de música metal, está certo, e eles também o fazem, mas as semelhanças acabam aí. Freud escreveu livros. Tolkien escreveu livros. As semelhanças acabam aí.
"Por quê mais do Burzum? Bem, eu sou o que sou; um músico. Músicos produzem música, quando eles podem, e agora eu posso; eu já não estou preso pelo criminoso regime anti-norueguês da Noruega. A minha música será boa? O meu palpite é que se gostas de Burzum tu gostas de Burzum. Se não gostas, tu não gostas. Eu tento mudar o tempo todo, mas na maioria das vezes, falho, e alguns apreciam isso. Outros não.
O novo álbum se chama 'Den Hvite Guden' (O Deus Branco) e é uma descrição musical e lírica do Deus Branco (Apollon, Baldr, Belenus, Belus, Bragi, Byelobog, Jarilo, etc), e os eventos anuais da sua vida. Eu descrevo as histórias e mitos como eles puderam ser vistos antes de serem mitos, apresentando a para vocês pedaços do feitiço e religião da Europa antiga (mais elaboradamente descrita no meu livro não publicado 'Trolldom og Religion i Oldtidens Skandinavia' [Feitiço e Religião na Antiga Escandinávia]. Não é feito para ser o estilo simplório do metal, mas ao invés disso eu imagino um ouvinte desejando sentar, de preferência sozinho, e pensar por um minuto sobre o Deus Branco e os nossos antepassados, e a sua magnífica, inteligente, positiva, bela, saudável e forte cultura. Eu tento ajudá-lo a criar uma imagem disso com a ajuda da sua própria mente, oferecendo algumas pistas e instruções. O álbum é político somente no sentido de oferecer uma alternativa à corrupção oferecida a nós pela intrusa cultura popular e comercial indústria do entretenimento - e pelo tal moderno black metal.
O primeiro álbum foi intencionalmente anti-comercial e anti-death metal, o 'Det Som Engang Var' foi experimental, o 'Hvis Lyset Tar Oss' foi intencionalmente monótono e ritual, o 'Filosofem' foi intencionalmente diferente dos outros, 'Dauði Baldrs' foi o que pude fazer dentro de uma cela da prisão, e 'Hliðskjálf' também, mas todas são músicas que eu gostei. 'Den Hvite Guden' não será diferente neste aspecto, mas estou mais velho agora, na verdade duas vezes mais velho do que estava quando gravei o primeiro álbum, e consequentemente diferente. O novo álbum pode ser mais diferente dos antigos do que alguns irão apreciar, mas espero que não. Mesmo que alguns de vocês apenas apreciem o velho Burzum, eu devo poder evoluir, assim como todos. Talvez você vá gostar do novo Burzum também. Não farei o meu melhor para copiar e reproduzir a minha música antiga, apenas para agradar alguém. Eu nunca fiz e nunca o farei. Se soar semelhante é porque é feita pela mesma pessoa. Se soar diferente é porque não é a mesma música e eu evoluí.
Posso acrescentar que assim como nos outros álbuns metal (com exceção de 'Hvis Lyset Tar Oss'), 'Den Hvite Guden' conta com algumas faixas muito antigas do Burzum. 'Filosofem' tinha a faixa 'Burzum', de 1991, e 'Den Hvite Guden' terá a faixa "Uruk-Hai", de 1988-1989, apesar do título e das letras terem mudado para se encaixarem no novo conceito. Ele terá também a versão original da faixa metal 'Dauði Baldrs', de 1993. De certa forma este material não será 'novo material,' mas apenas uma colecção de faixas não lançadas, algumas novas, outras antigas. Se alguns acham que minhas habilidades de composição sumiram, então ao menos haverá algumas pérolas para eles também.
Podes esperar ver 'O Deus Branco' entre março e abril (ano 2010), quando ele tradicionalmente retorna de seu oculto mundo das sombras."



Vê a resposta de Varg:

"Quando eu falo através do www.burzum.org eu sempre imagino que falo apenas para fãs do Burzum. Se não é um fã do Burzum, por que visitaria este site? Julgando pela resposta ao 'Uma estória do Burzum: Parte X - O Deus Branco', este não é o caso. Ou talvez seja, pois eu tenho muitos fãs na mídia.

Quando estes aparentes fãs do Burzum na mídia escrevem notícias que o Burzum lançará um outro álbum, a reacção é meio estranha. A maioria deles são honrados o suficiente para escrever o artigo inteiro, ou pelo menos a maior parte dele, e dizer aos seus leitores de onde eles conseguiram essas notícias. Isso é jornalismo correcto e legal, quando lidando com material protegido por direitos autorais. Aplausos a vocês por isso.
Aparentemente minha comparação de black metallers com o estereótipo Negro e homossexual não foi levado de forma leve no 'mundo real'. Devido às minhas observações impensadas eu sou, de acordo com eles ou seus leitores, um desprezível racista e homofóbico, e deveria ser apedrejado até a morte por ser intolerante. Naturalmente.
O problema é que minhas observações não são realmente homofóbicas. O que eu faço é simplesmente apontar os óbvios factos; alguns black metallers vestem-se, andam, falam e parecem como o estereótipo de homossexuais. Tanto os black metallers em questão quanto os estereótipos de homossexuais obviamente compram as suas roupas, a sua maquilhagem e jóias nas mesmas lojas. Eles vestem as mesmas roupas, usam a mesma maquilhagem e as mesmas jóias. Então eles vestem-se e parecem como um estereótipo de homossexuais. Fim de discussão.
O engraçado é que eu nunca disse se isso era uma coisa má ou não. Talvez eu, de facto, pense que se vestir e parecer 'gay' seja okay, mas talvez não para black metallers, que se vêem e tentam mostrar-se como uma espécie de 'guerreiros das trevas'? Quem pode dizer? Eu certamente nunca disse nada sobre isso no meu artigo. Então, quando os leitores das minhas palavras reagem tão fortemente é porque ELES são homofóbicos; ELES obviamente pensam que vestir-se e parecer como homossexuais é algo mau. Talvez eles devam olhar ao espelho e pensar sobre isso por um minuto antes de me atacar por ser homofóbico?
Quando se fala sobre 'observações racistas' eu posso apenas pedir desculpas a todos vocês. Eu obviamente vivo num mundo diferente, onde alguém pode discutir a percepção de alguém sobre a realidade sem nenhum medo de perturbação; um mundo de tolerância e respeito, um mundo de debate intelectual e honestidade. Alguns de vocês aparentemente não vivem, então quando eu falo devo ser cuidadoso. Eu devo dizer, no entanto, que se não gostas do que eu digo para os meus fãs no www.burzum.org, então por favor não leia ou refira-se aos meus artigos. É um mundo livre, e tu és livre para não ler os meus artigos. Eu quero destacar que a minha tão chamada 'observação racista' na verdade não teve a intenção de ser racista ou ofender ninguém a não ser os black metallers em questão, os quais eu sei que tem algumas visões e opiniões fortes. Eu puramente tive a intenção de chamar atenção sobre como artistas do black metal estão cada vez mais a agir e viver um estilo de vida como dos indivíduos os quais eles, ao menos em particular, afirmam desprezar.
No que se refere ao título do próximo álbum, 'O Deus Branco', isso não tem nada a ver com 'raça' ou 'cor de pele' ou algo do tipo. Por favor parem com essas parvoeiras sobre 'O Deus Branco' ser um álbum racista. Este álbum é sobre Baldr, conhecido como 'O Deus Branco', porque ele é uma deidade solar e porque ele é pálido após ter passado algum tempo na terra dos mortos. Eu não uso o nome de Baldr porque quero falar para todas culturas diferentes da Europa, e todos temos os nossos próprios nomes para esta deidade. Os britânicos e outros o chamam de Belenus, os Gregos o chamam de Apollon, os Romanos chamam de Apollo, os Eslavos de Byelobog, e assim por diante, e antes deles todos nós chamávamo-lo de Belus. No entanto, todos o conhecemos como o Deus Branco, e então eu uso este nome para o título do meu álbum.
O próximo álbum será uma descrição da parte de nossa cultura que a maioria de nós esqueceu a respeito. Eu sei que isso interessa a muitos de vocês, ou ao menos muitos dos fãs do Burzum (visto que muitos dos leitores daqui não são fãs do Burzum). Talvez vocês devam esperar e ver por vocês mesmos, antes de começarem a 'queimar livros', como certos antepassados na história.

Obrigado pela atenção, e por serem capazes de trazer alguma cor nas suas vidas.
Respeitosamente,
Varg Vikernes
(19.11.2009)"
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